Redes Sociais

sapos2Pessoas compram. Pessoas vendem. Pessoas comentam as compras.

Fazem amigos, namoram. Bisbilhotam a vida alheia. Compartilham suas idéias, sua casa, suas roupas.

Quando elas começam a fazer isso usando plataformas digitais, é aí que a gente entra.

As tão faladas “redes sociais” são isso. Ambientes digitais que permitem às pessoas serem elas mesmas, só que com as características dos meios virtuais: mais rápido, mais prático, com maior alcance.

As redes sociais são a manifestação eletrônica das tribos. Dos grupos. Das famílias. Sem fronteiras geográficas, temporais ou genéticas.

São espaços de troca. Espaços onde estranhos influenciam uns aos outros. Onde tudo o que se faz deixa rastros. E estes rastros se transformam em inteligência coletiva.

Redes sociais são essencialmente construções colaborativas. Sites e aplicativos para computadores, videogames e celulares que, sem as pessoas, não passam de espaços vazios e sem sentido. São espaços construídos pelos conteúdos (textos, áudios, fotos, vídeos) e pelos vínculos (amizades, comunidades, grupos) criados pelas pessoas.

Por isso mesmo são tão dinâmicas. Elas se viabilizam em ferramentas que vem e vão. Ferramentas onde se contrói e se mantém vínculos, como Orkut e Facebook. Ferramentas onde se compartilha informação, como blogs e Twitter. E ferramentas onde se armazena e se troca conteúdo multimídia, como Youtube, Flickr e Picasa.

Trabalhar com Redes Sociais é menos conhecer as técnicas de cada ferramenta e mais prever o que as pessoas vão fazer com elas.